O que dizer? Não há nada para ser dito. Há apenas o que ser cantado, declarado. Para quem? Para todos. Todos que estão dispostos a ouvir, a sentir. E como vamos saber? Não há o que saber, e sim o que fazer. Faremos, sem medo. Cantaremos.
O piano continua intocado. Cada som de cada nota espera impacientemente ser libertado. É preciso um simples toque, para que cada um saia em uma velocidade ímpar, para nunca mais voltar.
Para nunca mais voltar.