E eu te vi. Quando te vi, estranhei. Aquele olhar apaixonado. Daí te toquei. Depois te senti. Esperei. Senti seu jeito, suas conversas. Seu jeito de me corrigir, seu jeito de me fazer rir. Na noite fria senti seu beijo e seu abraço. Depois senti, como nunca havia sentido antes, seu sexo. Seu gosto, que ainda persiste em não sair da minha boca. Mais uma vez seu abraço. Senti insegurança. Senti alegria. Senti medo ao te ver indo embora. Vi seu sorriso, vi uma esperança. Passei a sentir saudades e, por enquanto, me acostumei a ela. Sonho em te olhar todos os dias, enquanto dorme, enquanto come. Durante o sexo, durante o beijo. Durante o tempo em que me acostumei em querer ter seu conjunto perfeito-imperfeito por perto.
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